"...Depois de um tempo, mais nada junto comigo. Negro negro. Espaço que eu não sei. A cada instante penetro mais nessa névoa desconhecida, cada vez mais sou menos, e dessa forma, menor vai se fazendo o tempo do regresso. Prometo retornar. E agora que já não consigo divisar o parque, quando meu olho se fecha ou parece que se fecha devagar mas na realidade se torna baço, agora antes que o agudo no ventre me venha outra vez, neste instante em que sou dono de todas as promessas, quando começa em mim o espaço facetado, vertiginoso, antes do poço, antes do escuro mais pleno, antes de mim mesmo e do meu instante que cada vez mais se aproxima, eu te abençôo, vida. Eu te abençôo." Mora Fuentes
Você já ouviu falar da Brotoeja?
Eu também não… até encontrar esse gibi da Rio Gráfica (RGE) 1978
completamente perdido no tempo.
Nesse vídeo, eu mostr...

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