Para ninguém
Escrevo por último, não por desejo de palavras... Mas ainda assim, quero ser inteira no dito, quero minha palavra existência das coisas. É assim: Preciso contar as coisas para que elas existam... Do contrário, formas difusas avolumam-se em meu peito e aí... Não há chão para meus pés, tropeço nos cadáveres de dentro e, afundo o tudo em mim... Parece complicado? E é mesmo. Se pudesse faria do silêncio a mais exata significação. Entende? Às vezes é pura retórica, outras vezes medo, a palavra não diz, e esse ainda nem é o pior de nossos dramas. Há realmente alguma razão para tudo isso? Que não confunda com filosofia, é um grito. Interlocutor ninguém. Escrevo e não sou eu.
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pensando.
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